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segunda-feira, setembro 02, 2019
CHRISTINE - STEPHEN KING
Sinopse: Arnie Cunnigham era um perdedor. Rosto coberto de espinhas, desajeitado com as garotas, magro demais, passava os dias pelos corredores da escola, tentando fugir da gozação dos colegas. Isso até Christine entrar em sua vida. Amor à primeira vista. A partir desse dia, o mundo ganha novo sentido. Tudo o que Arnie quer é estar junto de Christine. Mas não se espere um novo Romeu e Julieta, tratando-se da mente assombrosa de Stephen King. Christine é um carro. Um Plymouth Fury 1958. Um feitiço sobre rodas que se apodera de Arnie e faz dele alguém diferente. Há algo poderosamente maligno solto pelas estradas de Libertyville. Uma força sobrenatural que vai deixando seu rastro de sangue por onde passa. Embarque nessa viagem assustadora e boa sorte.
★★★★★/5
Faz alguns dias desde que finalizei Christine e ainda não consegui tirar a história da minha cabeça. Ultimamente estou em um caso de amor com Stephen King e, mesmo sendo um livro mais antigo, eu nunca o havia lido e, sinceramente não conhecia a história.
A primeira coisa que você precisa entender antes de ler Stephen King é que ele cria todo um ambiente para poder desenvolver sua história. Ou seja, todos os detalhes desde o lugar onde a história se passa até o fio de cabelo perdido entre os lençóis de algum personagem.
Christine é um clássico das histórias de terror, tanto que virou filme. Quero dizer aqui que vi o filme depois da leitura, ou seja, esse ano. Como eu disse ali em cima, não conhecia a história antes disso.
Eu amo a escrita do Stephen King. Podem reparar no meu Instagram que ultimamente tenho lido muitos livros dele.
Christine é bem assustador. Talvez se eu fosse mais nova eu sentiria mais medo, mas ainda assim é bem bizarro você notar a mudança de personalidade do Andy depois que ele compra aquele carro.
Você vai enxergando aos poucos essa transição de um garoto bobo e cheio de espinhas para um cara cruel e respondão.
O interessante, também, é ver que o carro tem vida própria. Tudo muito bem explicado ao longo do livro, enquanto que no filme não explica nada o motivo de o carro ser "vivo".
Mesmo sendo uma leitura cansativa em alguns momentos, eu gostei bastante e é só mais um daqueles livros que você deseja que todos leiam.
Conte aí, você já leu ou tem vontade de ler?
Até mais.
A primeira coisa que você precisa entender antes de ler Stephen King é que ele cria todo um ambiente para poder desenvolver sua história. Ou seja, todos os detalhes desde o lugar onde a história se passa até o fio de cabelo perdido entre os lençóis de algum personagem.
Christine é um clássico das histórias de terror, tanto que virou filme. Quero dizer aqui que vi o filme depois da leitura, ou seja, esse ano. Como eu disse ali em cima, não conhecia a história antes disso.
Eu amo a escrita do Stephen King. Podem reparar no meu Instagram que ultimamente tenho lido muitos livros dele.
Christine é bem assustador. Talvez se eu fosse mais nova eu sentiria mais medo, mas ainda assim é bem bizarro você notar a mudança de personalidade do Andy depois que ele compra aquele carro.
Você vai enxergando aos poucos essa transição de um garoto bobo e cheio de espinhas para um cara cruel e respondão.
O interessante, também, é ver que o carro tem vida própria. Tudo muito bem explicado ao longo do livro, enquanto que no filme não explica nada o motivo de o carro ser "vivo".
Mesmo sendo uma leitura cansativa em alguns momentos, eu gostei bastante e é só mais um daqueles livros que você deseja que todos leiam.
Conte aí, você já leu ou tem vontade de ler?
Até mais.
Título: Christine
Autor: Stephen King
Páginas: 321
Ano: 1998
Editora: Objetiva
quinta-feira, agosto 01, 2019
ESCURIDÃO TOTAL SEM ESTRELAS - STEPHEN KING
Sinopse: Na ausência da luz, o mundo assume formas sombrias, distorcidas, tenebrosas. Em Escuridão Total Sem Estrelas os crimes parecem inevitáveis; as punições, insuportáveis; as cumplicidades, misteriosas.
Em 1922, o agricultor Wilfred e o filho, Hank, precisam decidir do que é mais fácil abrir mão: das terras da família ou da esposa e mãe. No conto Gigante do Volante, após ser estuprada por um estranho e deixada à beira da morte, Tess, uma autora de livros de mistério, elabora uma vingança que vai deixá-la cara a cara com um lado desconhecido de si mesma. Já em Extensão Justa, Dave Streeter tem um câncer terminal e faz um pacto com um estranho vendedor. Mas será que para salvar a própria vida vale a pena destruir a de outra pessoa? E, em Um Bom Casamento, uma caixa na garagem pode dizer mais a Darcy Anderson sobre seu marido do que os vinte anos que eles passaram juntos.
Os personagens dos quatro contos de Stephen King passam por momentos de escuridão total, quando não existe nada – bom senso, piedade, justiça ou estrelas – para guiá-los. Suas histórias representam o modo como lidamos com o mundo e como o mundo lida conosco. São narrativas fortes e, cada uma a seu modo, profundamente chocantes.
★★★★★/5
Certamente você já leu ou já ouviu falar algo sobre Escuridão total sem estrelas. Não tem como, é um livro tão incrivelmente chocante e maravilhoso que eu o leria novamente várias vezes.
Trata-se de uma antologia, com quatro contos - não muito curtos, mas curtos o suficiente para você querer mais - e, inclusive um deles foi adaptado pela Netflix, 1922, já assistiram? Pois bem, vou falar sobre cada um desses contos e já adianto que a Netflix não colocou metade da bizarrice de 1922 no filme.
1922
Talvez tenha sido o mais longo, mas não é de forma alguma cansativo. Aliás, Stephen King tem o poder de nos prender em seus livros de forma que você esquece o resto do mundo.
Quem viu o filme, sabe mais ou menos o que acontece, só que depois daquela parte que finaliza no filme, no livro ele segue com coisas bem mais tenebrosas e chocantes.
Pode até ter dado muito certo de início para Wilfred, mas claro que a vida não o deixaria sair dessa sem nenhuma consequência.
Gigante do Volante
O que acho incrível no Stephen King, desde que comecei a ler vários livros dele, tanto os mais recentes quanto os mais antigos, é que ele trata de vários assuntos extremamente importantes, pesados e com muita propriedade. Sem dúvida ele é um escritor completo.
Gostaria muito de uma adaptação dese conto, já que falar sobre estupro é muito importante. É contundente, porém segue sendo uma história impressionante e com um ótimo final.
Extensão Justa
Você faria um pacto para prolongar sua vida independente das consequências? Mesmo sem saber quais são as consequências? Só tenho uma coisa a dizer sobre esse conto: incrivelmente assustador.
Só a palavra "pacto" é suficiente para me deixar curiosa e ansiosa. Não sei bem como definir esse conto, porque ele é tão assustador, mas tão maravilhoso que me faz apenas querer que todos leiam.
Um Bom Casamento
Casamentos são instituições sagradas, dizem por aí, mas é impossível conhecer a fundo uma pessoa mesmo dividindo o mesmo teto com ela há mais de vinte anos.
Descobrir por acaso que seu marido, pai de seus filhos, gente boa, simpático é na verdade um sádico, deve ser muito louco!
Em Um Bom casamento vemos perfeitamente como o ser humano pode ser uma podridão total por trás daquela pessoa simpática que cumprimentamos todos os dias na rua.
Lendo os livros de Stepnhen King me dei conta de que ele consegue falar sobre o sobrenatural, viagem no tempo, abuso sexual, estupro e ainda assim produzir obras sensacionais. Ainda não decidi qual meu livro preferido até agora, mas já posso dizer que todos os que li são meus preferidos.
Estou completamente apaixonada pela escrita desse homem e por suas abordagens. Já pensei em sair na rua entregando bilhetinhos escritos "LEIA STEPHEN KING".
Enfim, espero que tenham gostado da dica e se não leram, leiam, por favor. Para quem já leu vamos conversar.
Título original: Escuridão Total Sem Estrelas
Páginas: 392
ISBN: 9788581052755
Selo: Suma de Letras
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quarta-feira, dezembro 05, 2018
LIVRO | CARNIFICINA: CONTOS DAS CIDADES MALDITAS - VÁRIOS AUTORES
Sinopse: Muitos escrevem sobre aquilo que mais desejam na vida: amor, dinheiro, sexo, aventura, fantasia; uma jornada em busca de uma recompensa, uma batalha em nome de um bem maior. Mas poucos são aqueles que se lembram de que, além do “felizes para sempre”, há a morte e todos os elementos que compõem a finitude humana. Destes nasceu o medo, e do medo advieram o terror e o horror que poucos desejam saciar em suas gargantas sedentas pela escuridão. Sob esta premissa, 12 autores se reuniram a partir de um convite singelo, a fim de que criassem contos de terror e horror com somente uma regra: escrever à vontade, sem amarras morais. Destarte, à procura da essência do sangue, do sobrenatural e das trevas, este grupo deu vida a uma antologia formada por histórias cruéis que se passam em cidades malditas, tal é a nossa realidade brasileira.
Avaliação: ★★★★☆
Demorei alguns dias para escrever sobre Carnificina e já quero começar dizendo que o e-book causou grande polêmica, já que uma página com mais de 20 mil seguidores acha lindo dizer que "destrói carreiras".
Antes de começar a falar sobre o e-book, preciso manifestar minha opinião a respeito daquelas pessoas que consideram a literatura nacional um fracasso. Durante toda a minha vida de leitora, li livros bons, livros, ótimos e livros que preferia nunca ter lido.
Depois que comecei com o blog e comecei a indicar livros aqui, já recebi muitos livros de escritores nacionais independentes que querem um espaço. No meio desses livros eu já li coisas muito boas, assim como já li livros muito ruins mesmo. Mas eu nunca, jamais gostaria de ser reconhecida por acabar com "sonhos e carreiras". É uma questão de empatia.
Se, por acaso em algum momento da minha eu chegasse a me desentender com um escritor a única atitude que eu tomaria, certamente, seria ignorá-lo. Eu não me dou o trabalho de ler mais de cem páginas para depois falar na internet que foi a pior coisa que já li. Eu apenas não recomendo. Mas algumas pessoas não pensam assim, infelizmente.
Dito isso, quero ressaltar que Carnificina não é para qualquer um. É um livro realmente pesado, com cenas fortes e que você dificilmente vai digerir, porém, vai agradar ao público que curte gore/trash. Penso que cada um deve procurar o livro que melhor agradar.
Particularmente, gosto muito de cenas pesadas, não só nos livros, mas também nos filmes e séries. Mesmo tapando os olhos de vez em quando, eu gosto e curti bastante a premissa do idealizador do projeto. Gostei de cada um dos contos e,claro, devemos levar em consideração que a maioria dos autores são novos no ramo e acredito que é a primeira publicação da maioria. O que não diminui o trabalho que cada um teve ao escrever seus contos.
A ideia, acredito, é justamente chocar o leitor. Além do mais, eu estudo literatura há anos e sempre que leio qualquer livro eu separo o autor da obra. Não dá para crer sempre que aquilo que está escrito em uma história fictícia reflete exatamente o pensamento de quem escreve. Conheço diversos escritores que, apesar de não serem LGBTQ+, escrevem livros com esses personagens.
Se nós não pensamos que alguém que escreve sobre vampiros é de fato um vampiro, por quê, então, precisamos associar um escritor jovem ao personagem do seu livro?
No último conto, por exemplo, a autora Thainá Christine conta uma história que se passa aqui do Distrito Federal, mais especificamente em Planaltina. Eu conheço a cidade, conheço a história e, com base no blog da Thainá, posso concluir que é uma história de ficção muito bem escrita, com muitos detalhes e eu nunca mais vou olhar Planaltina com os mesmo olhos.
O livro é perturbador. É intencional, sei que é. Em vista de vários filmes que já vi e que também são perturbadores, Carnificina é tranquilo.
E para finalizar, quero dizer que algumas coisas que eu não curti no livro, foram ditas a eles como um feedback. Aprendi que elogios você faz em público e bronca você dá em particular.
Título: Carnificina: contos das cidades malditas
Autor: D.A. Potens, Alfredo Alvarenga E Carli Bortolanza, Bruno Wolff E Lisa Hallowey, Gustavo Paiva E Humberto Lima, Jean Gabriel Álamo E Jessé Diniz , Raquel Pagno E Tatianie Kiosia, Thainá Christine.
Páginas: 203
Ano: 2018
Gênero: Contos/Terror
Editora: Publicação independente
I.S.B.N: B07K3ZHPRH
Título: Carnificina: contos das cidades malditas
Autor: D.A. Potens, Alfredo Alvarenga E Carli Bortolanza, Bruno Wolff E Lisa Hallowey, Gustavo Paiva E Humberto Lima, Jean Gabriel Álamo E Jessé Diniz , Raquel Pagno E Tatianie Kiosia, Thainá Christine.
Páginas: 203
Ano: 2018
Gênero: Contos/Terror
Editora: Publicação independente
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terça-feira, maio 24, 2016
LIVRO | SUPER DESAPEGADA - JAQUELINE DE MARCO
Quem não ama um bom chick-lit? Eu particularmente adoro e acho que demorei tempo demais para ler Super Desapegada. Desde que a Editora Draco lançou a campanha eu estou de olho nesse livro, mas minha paixão por suspense/terror sempre falou mais alto e acabei deixando ele para depois. Agora tive a oportunidade de ler e gostei muito mesmo!
Em Super Desapegada temos Raquel, uma jornalista e blogueira, que escreve sobre relacionamentos e sobre como não se apegar demais a alguém. Ela é super admirada e procurada para dar conselhos amorosos, porém a própria vida amorosa dela não é lá bem resolvida. Parece familiar? Pois é. Essa história é bem comum no nosso dia-a-dia, certo? Quantas vezes você já foi conselheiro (a) de amigos, familiares, mas não sabe o que está acontecendo com sua própria vida? Eu me identifiquei demais (risos).
Raquel sempre foi apaixonada por seu melhor amigo Alan, porém nunca conseguiu se declarar. Eles sempre foram muito próximos desde o aniversário de quinze anos dela, quando Eric suja todo seu vestido de bolo. Alan é veterinário e como desculpa para manter o amigo sempre por perto, ela adota uma gatinha chamada Penny. O problema é que Raquel está meio acomodada com toda a situação. Em determinado trecho, ela conversa um pouco com uma leitora do blog e conta um pouco sobre sua confusão sentimental. Logo a leitora pergunta se Raquel fala do amor de sua vida ou de seu irmão.
Com a entrada repentina de Eric em sua vida, todos os sentimentos dela ficam confusos. Eric é um amigo de infância e reaparece em sua vida por causa de um evento geek que Raquel ficou responsável por cobrir. Ele tem uma irmã chamada Bianca e justamente ela se torna a maior rival de Raquel.
O livro todo é muto agradável e muito bem elaborado. Apesar de não considerar que foi o melhor dos planos, a ideia de Raquel para ter o amor de sua vida é compreensível. Dizem que no amor e guerra vale tudo. Mas, por outro lado, quando todos ao seu redor te falam algo do tipo "se até hoje ele não se declarou para você mesmo sabendo dos seus sentimentos, então ele não te ama", é bom dar ouvidos. É comum nos acomodarmos a determinadas situações e, muitas vezes, sentimentos, sem contar que mudanças trazem enorme insegurança.
O livro traz uma mensagem muito legal sobre como podermos nos perder ao nos apegarmos demais a coisas e pessoas e como a vida pode ser confusa algumas vezes. A vida de adulto é algo realmente estranho, fala sério! Ir ao chá-bar da pessoa que você mais gostaria de evitar na vida e ainda ter que agir naturalmente? Jaqueline de Marco é brasileira e estou admirada com a ideia toda de Super Desapegada. Com uma linguagem simples e de fácil compreensão, recomendo a leitura a todos que gostam de um bom romance com pitadas de humor.
Em Super Desapegada temos Raquel, uma jornalista e blogueira, que escreve sobre relacionamentos e sobre como não se apegar demais a alguém. Ela é super admirada e procurada para dar conselhos amorosos, porém a própria vida amorosa dela não é lá bem resolvida. Parece familiar? Pois é. Essa história é bem comum no nosso dia-a-dia, certo? Quantas vezes você já foi conselheiro (a) de amigos, familiares, mas não sabe o que está acontecendo com sua própria vida? Eu me identifiquei demais (risos).
Raquel sempre foi apaixonada por seu melhor amigo Alan, porém nunca conseguiu se declarar. Eles sempre foram muito próximos desde o aniversário de quinze anos dela, quando Eric suja todo seu vestido de bolo. Alan é veterinário e como desculpa para manter o amigo sempre por perto, ela adota uma gatinha chamada Penny. O problema é que Raquel está meio acomodada com toda a situação. Em determinado trecho, ela conversa um pouco com uma leitora do blog e conta um pouco sobre sua confusão sentimental. Logo a leitora pergunta se Raquel fala do amor de sua vida ou de seu irmão.
Com a entrada repentina de Eric em sua vida, todos os sentimentos dela ficam confusos. Eric é um amigo de infância e reaparece em sua vida por causa de um evento geek que Raquel ficou responsável por cobrir. Ele tem uma irmã chamada Bianca e justamente ela se torna a maior rival de Raquel.
O livro todo é muto agradável e muito bem elaborado. Apesar de não considerar que foi o melhor dos planos, a ideia de Raquel para ter o amor de sua vida é compreensível. Dizem que no amor e guerra vale tudo. Mas, por outro lado, quando todos ao seu redor te falam algo do tipo "se até hoje ele não se declarou para você mesmo sabendo dos seus sentimentos, então ele não te ama", é bom dar ouvidos. É comum nos acomodarmos a determinadas situações e, muitas vezes, sentimentos, sem contar que mudanças trazem enorme insegurança.
O livro traz uma mensagem muito legal sobre como podermos nos perder ao nos apegarmos demais a coisas e pessoas e como a vida pode ser confusa algumas vezes. A vida de adulto é algo realmente estranho, fala sério! Ir ao chá-bar da pessoa que você mais gostaria de evitar na vida e ainda ter que agir naturalmente? Jaqueline de Marco é brasileira e estou admirada com a ideia toda de Super Desapegada. Com uma linguagem simples e de fácil compreensão, recomendo a leitura a todos que gostam de um bom romance com pitadas de humor.
Título: Super desapegada | Autor (a): Jaqueline de Marco | ISBN: 9788582431122 | Ano: 2015 | Páginas: 220 | Editora: Draco
sábado, março 12, 2016
LEIA UM CONTO | NINGUÉM - KAREN ALVARES
Já falei inúmeras vezes sobre o quanto amo contos. Ultimamente estou com uma mania maravilhosa de ler antes de dormir, sabe, já deitada, com as luzes apagadas. Você pode até dizer que não é saudável, mas ler antes de dormir, para mim, é terapia.
Desde que li Inverso, ando doida para ler mais livros da autora e como comprando muitos livros esses dias, optei por ler um conto dela que está disponível para ler de graça. Esse conto se chama Ninguém.
É narrado por um hacker que tem por maior passatempo buscar coisas horripilantes na deep web. Todo nós já ouvimos falar dessa parte da internet e sabemos o quanto pode ser perigoso e assusador. O problema é que nem todo mundo se importa com quem está do outro lado da tela. E quando o outro lado vem para o lado de cá? É mais ou menos isso que acontece com a pessoa que narra a história. Aquelas coisas que ele costuma ver apenas na tela do computador, aos poucos se tornam reais.
Ninguém é um conto curto, porém aterrorizante. Sabemos que muitas pessoas se sentem confortáveis pelo anonimato que a internet oferece, mas, como já disse antes, não nos preocupamos com que está do outro lado. No caso do garoto em questão, ele foi encontrado e tudo aquilo de mais horrível que ele buscava, aconteceu com ele. O "Cirurgião" o encontra e o transforma na criatura mais sinistra da qual já ouvimos falar. Acredito que, além de causar emoções no leitor, a Karen deixou uma mensagem bem clara sobre os cuidados com a internet. Não é só a deep web, mas a internet no geral pode causar muitos estragos.
A leitura desse conto é super válida e faz mais uma vez eu me orgulhar dos nossos escritores brasileiros. Além disso, a escrita da Karen Alvares é muito gostosa e tranquila, ela fala nossa língua. Você pode baixar o arquivo em pdf para ler até mesmo no celular. Acesse o site da Editora Draco e veja como fazer o download.
Ninguém é um conto curto, porém aterrorizante. Sabemos que muitas pessoas se sentem confortáveis pelo anonimato que a internet oferece, mas, como já disse antes, não nos preocupamos com que está do outro lado. No caso do garoto em questão, ele foi encontrado e tudo aquilo de mais horrível que ele buscava, aconteceu com ele. O "Cirurgião" o encontra e o transforma na criatura mais sinistra da qual já ouvimos falar. Acredito que, além de causar emoções no leitor, a Karen deixou uma mensagem bem clara sobre os cuidados com a internet. Não é só a deep web, mas a internet no geral pode causar muitos estragos.
A leitura desse conto é super válida e faz mais uma vez eu me orgulhar dos nossos escritores brasileiros. Além disso, a escrita da Karen Alvares é muito gostosa e tranquila, ela fala nossa língua. Você pode baixar o arquivo em pdf para ler até mesmo no celular. Acesse o site da Editora Draco e veja como fazer o download.
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quarta-feira, janeiro 27, 2016
LIVRO | INVERSO - KAREN ALVARES
Título: Inverso | Autor (a): Karen Alvares | ISBN: 9788582431450 | Ano: 2015 | Páginas: 136
Ainda não conhecia o trabalho da Karen Alvares e preciso dizer que estou simplesmente apaixonada pela escrita dela. É uma coisa tão bem feita, uma história tão bem desenhada que dá gosto de ler. Realmente muito original.
Inverso conta a história de Megan. Uma garota que perdeu a mãe e mora com o pai, Reinaldo, e a irmã caçula, Mina. Tem ainda seu melhor amigo chamado Daniel. Ela e Daniel são os dois esquisitões da escola, ele por ser um CDF e ela por "não se enquadrar nos padrões de beleza" das garotas de sua idade. Ambos são bem reservados.
Depois da morte de sua mãe, Megan, seu pai e sua irmã se tornaram muito apegados um ao outro e eles tentam preencher o vazio que há ali. O pai de Megan decide vender a casa e se mudar para uma outra próxima dali. Com isso, resolve também que é hora de se desfazer das coisas da esposa e pede ajuda a Megan para colocar tudo que não for utilizável em caixas para doação. Com isso, Megan encontra o diário de sua mãe com a frase NÃO LEIA ISSO! Em respeito à privacidade da mãe, ela guarda o diário até ter coragem de ler.
Durante o processo de arrumação, Megan deita na cama, do lado em que sua mãe costumava dormir e ao despertar, dá de cara com uma imagem estranha no espelho. Era ela, só que diferente. Ao tentar tocar o espelho, sem acreditar no que via, ela é puxada para o outro lado.
No outro lado existe uma outra Megan, mas com o nome de Megami, um outro Reinaldo, uma outra Mina e sua mãe. Viva. Mas essa família, apesar de completa é totalmente vazia e diferente da sua família do outro lado do espelho. A relação entre Megami e o restante da família é bem conturbado e assustador, cheio de brigas.
Achei interessante que quando Megan passa para o outro lado, ela é apenas parte de Megami. Não é como naquelas histórias em que o personagem assume sua personalidade real e todos passam a achá-lo estranho e mudado. Não. Megami continua perversa e Megan só consegue assistir a tudo sem poder fazer nada. Claro que em determinados momentos, uma consegue tomar a posição da outra, mas ainda assim cada uma é cada uma.
Chega um momento em que Megami decide que vai trocar de vida com Megan e a todo momento ela se pega pensando se valeria a pena trocar de lado para, assim, ter sua mãe de novo. Mas no fundo ela não quer a vida de Megami. Eu, como leitora, fiquei pensando: ter uma vida cheia de intrigas e ter a mãe viva, podendo consertar tudo ou continuar com o carinho de seu pai e de sua irmã? Não é uma decisão fácil, mas no final Megan faz o que acha certo.
Algumas coisas não ficaram muito claras ou simplesmente passaram batido. Por exemplo, quando Megan decide ler o diário da mãe, a frase que mostra no livro dá para entender um pouco, mas ainda é vaga e não se fala mais em diário. Outra situação é o motivo da briga de Megami com a mãe, que também dá até para imaginar o motivo, mas não explica mais nada. Além disso, a forma como tudo termina é meio confuso. A impressão que tive é que era preciso terminar logo a história e não foi possível criar um clímax. Mas aí me veio a ideia de que tudo isso poderá ser explicado em um segundo livro, o que vai ser maravilhoso!
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terça-feira, outubro 13, 2015
LEIA UM CONTO | A TOCA DAS FADAS - CLARA MADRIGANO
Sou daquelas que se assusta quando ouve alguém dizer que não gosta de ler livros, pois fica com preguiça. Realmente não consigo acreditar/entender, mas o mais estranho era quando eu estava na faculdade. DE LETRAS, MINHA GENTE!! Pessoas achavam ruim quando professores pediam a leitura de clássicos, sendo que não tem como você ensinar Literatura para alguém sem conhecer os nossos escritores. Enfim, depois de formada, passei a trabalhar com adolescentes, aí você até que entende. E insiste um pouco.
No entanto, se você é daqueles que realmente não curte uma leitura nas horas vagas ou mesmo não tem tempo para ler, o que é muito comum, eu tenho a solução: contos. Para quem não sabe, um conto é uma narrativa breve e concisa, contendo um só conflito, uma única ação (com espaço ger. limitado a um ambiente), unidade de tempo, e número restrito de personagens (Wikipedia). Por ser curto, não toma muito o seu tempo, você se diverte e pode ler em qualquer lugar.
A Editora Draco possui vários contos no formato digital disponíveis gratuitamente para download e, curiosa do jeito que sou, no instante em que soube dessa maravilha, tratei de baixar todos os que estavam lá, pois como tenho um pouco de insônia, eu apago a luz e leio ali mesmo, no celular ou iPad, e deitadinha na minha cama até o sono chegar. O conto que trago hoje se chama A toca das fadas, de Clara Madrigano.
A história é classificada como terror e fala sobre Jack e seu irmão, que encontram a toca das fadas, mas logo percebem que elas não são simpáticas como se imagina. Eles insistem em chamar a atenção delas até que um dia, ao que parece, um ataque das fadas a Jack o fez querer se vingar delas. Elas vão atrás do Jack e a partir dai ninguém mais tem notícias dele. A única coisa que sobrou foi um tênis com as marcas de mordidas. O conto não para ai. Acontecem muitas coisas entre um parágrafo e outro.
O conto é bem interessante e dá um medinho. O lado ruim desse tipo de literatura é que você torce para que continue, mas você tem que dar uma sequência apenas na sua imaginação. Fico pensando, será que se elas, as fadas existissem de verdade seriam doces e amigas como a Sininho? Ou elas seriam criaturas demoníacas e horrendas? O que você acha?
quinta-feira, setembro 10, 2015
EDITORA DRACO ME LEMBRANDO QUE A LITERATURA NACIONAL AINDA É BOA
Outro dia, navegando pelos Facebooks da vida, me deparei com a publicação da Editora Draco sobre as parcerias 2015/16 com blogs literários. Tudo bem que o The winter is now não é um blog totalmente literário, mas sempre trago indicação de bons livros para vocês, por isso, e por outro motivo que já citarei, decidi me inscrever para a parceria. Caso tenha lido a aba "sobre" aqui do blog você sabe que sou formada em Letras com especialização em Literatura, sendo assim, estudei anos a Literatura Nacional e meio que criei uma barreira entre mim e a literatura de hoje. Não me perguntem porquê, mas deixei de acompanhar e foquei apenas em livros estrangeiros, muito embora eu ainda seja apaixonada por nossos conceituados autores clássicos.
Pois bem, depois de ver a publicação da Editora Draco fui até o site deles para conhecer melhor e ver se iria me interessar. Para minha surpresa, é uma editora que publica apenas livros nacionais e a proposta é:
Algo diferente. Invés de apenas vigiar esses tesouros cobiçados, queremos também apresentá-los a todos que os buscam. Esses tesouros estão por toda parte: internet — em suas muitas facetas como blogs, sites de compartilhamento e redes sociais; computadores pessoais — escondidos por autores que são verdadeiros dragões, no sentido original da palavra; impressos — compartilhados entre amigos e familiares — e, claro, também nas estantes das livrarias por todo o país. Esses tesouros, ou podemos dizer, tesouro: a literatura fantástica brasileira.
Além de romances e contos, eles publicam histórias em quadrinhos, físicos e e-books. Basta você buscar alguns posts antigos para saber que me identifiquei muito com a editora. Como eu tinha acabado de conhecer, fiquei bastante curiosa para ler alguns livros e aproveitei e baixei alguns gratuitos no formato digital, que em breve mostrarei aqui. Uma das coisas que eu achei legal é que ao invés de selecionar algumas poucas pessoas e enviar o livro de forma gratuita, a empresa vai dar descontos de até 40% nos livros e assim, todo mundo pode se inscrever, basta preencher o formulário, legal né? Seguindo a ideia da editora, separei alguns livros que mais me chamaram muito a atenção.
1) Sherlock Holmes – Aventuras secretas: Em Sherlock Holmes – Aventuras Secretas, o maior detetive de todos os tempos retorna para desvendar novos casos, trazidos por um seleto time de autores brasileiros. Com organização e contos de Carlos Orsi e Marcelo A. Galvão, também participam dessa homenagem ao gênero policial Octavio Aragão, Alexandre Mandarino, Rosana Rios, Lucio Manfredi, Romeu Martins e Cirilo S. Lemos.
2) Um Toque de Morte, Luiza Salazar: Um Toque de Morte é um romance fantástico de Luiza Salazar, uma aventura pelas sombras que se escondem nos becos da cidade. Não se deixar envolver, não se aproximar demais. Essa é a maldição dos Ceifadores, não poder sentir o mundo com a própria pele.
3)Depois do Fim, org. Eric Novello: Depois do Fim é um tour pelas terras inóspitas das distopias, pela aventura constante e o humor amargo de quando o que está em jogo é a nossa sobrevivência. Após levar os leitores a visitarem cidades fantásticas na coletânea Fantasias Urbanas, Eric Novello reúne oito novos autores que tinham como armas de batalha a qualidade, a criatividade e o entretenimento: Blanxe, Nazarethe Fonseca, Cirilo S. Lemos, Eduardo Kasse, Diogo de Souza, Gerson Lodi-Ribeiro, Marcelo A. Galvão e Alliah, que participa também com uma narrativa visual.
Estou bem empolgada e não vejo a hora de ter novos livros na estante e no Kobo e, claro, sempre indicar novas leituras para vocês, porque ler é a melhor coisa do mundo!
Estou bem empolgada e não vejo a hora de ter novos livros na estante e no Kobo e, claro, sempre indicar novas leituras para vocês, porque ler é a melhor coisa do mundo!
quarta-feira, março 25, 2015
5 CLÁSSICOS NACIONAIS PARA LER NO KOBO
25/03/2015
A vantagem disso é que essas obras estão em domínio público e você tem acesso a todas elas de graça. Para quê coisa melhor? Hoje eu decidi indicar cinco livros nacionais para que você possa ler no Kobo e se preferir, leia no iPad. Os livros estão em formato Epub.
Se você conseguir ler no computador, o que não é meu caso, você pode fazer download do programa Adobe Digital Editions que ele lê o formato epub perfeitamente. Boa leitura!
terça-feira, janeiro 06, 2015
Kobo touch x iPad mini
Há uns três meses, mais ou menos, eu comecei a ler ebooks no iPad e tem sido uma experiência muito boa, pois estou lendo bem mais. Pela curiosidade, decidi comprar um Kobo e preciso dizer que foi a melhor compra que eu fiz em 2014, por isso decidi fazer esse post para comprar os dois aparelhos e mostrar as características de cada um, mas antes quero dizer que leio em ambos e gosto dos dois.
iPad mini: O meu iPad é aquele mais antigo sem tela retina e para mim não faz tanta diferença, talvez porque eu não tenha experimentado o com tela retina, mas para mim, não faz diferença. Para ler, eu uso dois aplicativos o iBook, para ler formatos epub; e o Kindle para os demais. Eu gosto do aplicativo Kindle porque dá para controlar a luminosidade da tela no próprio app.
Ler no iPad é bom porque eu posso ler mesmo com a luz apagada sem ficar com a visão cansada. Eu sofro de insônia, por isso é comum eu ler de madrugada e como minha casa é pequena eu acabo apagando a luz para não incomodar ou levantar suspeitas de que estou acordada rsrs. Ele também é super leve, então não cansa o braço.
Kobo touch: É um eReader, então a função principal é ler livros digitais. Ele tem uma tela E-Ink, que possui alta resolução e pouco reflexo e por causa de sua baixa iluminação permite que você leia mais tempo, como se estivesse lendo no papel mesmo. Depois que comecei a ler no Kobo, senti menos cansaço nos olhos, mas alguns livros vêm com a letra muito pequena e isso acaba te obrigando a forçar mais, o que também ocorre quando a iluminação do ambiente está pouca, mas é um caso ou outro. Ainda assim, ele é muito confortável e muito mais leve que o iPad. Eu uso um cartão SD para armazenar os livros. Cabe livro demais nele.
Comprei os dois aparelhos em situações diferentes, não comprei exatamente para comparar, mas acabei fazendo mesmo assim. Os dois atendem perfeitamente as minhas necessidades e os utilizo em circunstâncias diferentes de acordo com o momento.
Se você procura um aparelho apenas para ler, sem intenção de navegar, eu recomendo o Kobo por causa do preço, porém se você está com mais dinheiro disponível, quer mais utilidades E um e-reader, vá para o iPad mini, os outros são bem pesados e sem dúvida vão cansar os braços mais rápido.
Então é isso, espero ajudar alguém por ai no mundo que queira entrar nesse mundo maravilhoso que é a leitura, seja ela digital ou não.
Ler no iPad é bom porque eu posso ler mesmo com a luz apagada sem ficar com a visão cansada. Eu sofro de insônia, por isso é comum eu ler de madrugada e como minha casa é pequena eu acabo apagando a luz para não incomodar ou levantar suspeitas de que estou acordada rsrs. Ele também é super leve, então não cansa o braço.
Kobo touch: É um eReader, então a função principal é ler livros digitais. Ele tem uma tela E-Ink, que possui alta resolução e pouco reflexo e por causa de sua baixa iluminação permite que você leia mais tempo, como se estivesse lendo no papel mesmo. Depois que comecei a ler no Kobo, senti menos cansaço nos olhos, mas alguns livros vêm com a letra muito pequena e isso acaba te obrigando a forçar mais, o que também ocorre quando a iluminação do ambiente está pouca, mas é um caso ou outro. Ainda assim, ele é muito confortável e muito mais leve que o iPad. Eu uso um cartão SD para armazenar os livros. Cabe livro demais nele.
Comprei os dois aparelhos em situações diferentes, não comprei exatamente para comparar, mas acabei fazendo mesmo assim. Os dois atendem perfeitamente as minhas necessidades e os utilizo em circunstâncias diferentes de acordo com o momento.
Se você procura um aparelho apenas para ler, sem intenção de navegar, eu recomendo o Kobo por causa do preço, porém se você está com mais dinheiro disponível, quer mais utilidades E um e-reader, vá para o iPad mini, os outros são bem pesados e sem dúvida vão cansar os braços mais rápido.
Então é isso, espero ajudar alguém por ai no mundo que queira entrar nesse mundo maravilhoso que é a leitura, seja ela digital ou não.
sexta-feira, dezembro 12, 2014
A Seleção - Kiera Cass
Sabe aquele livro que você não dá muita coisa e no final se surpreende? A Seleção é desses. Eu estou lendo muitos desses livros infanto-juvenis, porque muitos têm histórias diferentes e fantasiosas e eu amo fantasia.
Em A Seleção, temos América que é a protagonista e é apaixonada por Aspen, ambos de um país chamado Illéa. Tudo se passa muito tempo depois de uma grande guerra que levou o país a ruínas, então a maioria das pessoas vive em situações precárias. O país se divide em castas, que são:
Casta 1: A nobreza e o Clero;
Casta 2: Celebridades, modelos, atletas profissionais, políticos, atores e oficiais;
Casta 3: A elite, educadores, filósofos, inventores, escritores, cientistas, médicos, veterinários, dentistas, arquitetos, bibliotecários, engenheiros, psicólogos, cineastas, produtores musicais, advogados;
Casta 4: Fazendeiros, joalheiros, corretores de imóveis e de seguros, chefes de cozinha, mestres de obras, proprietários e donos de restaurantes, lojas e hotéis;
Casta 5: Artistas, músicos, fotógrafos e dançarinos;
Casta 6: Secretários, serventes, governantas, costureiras, balconistas, cozinheiros, motoristas;
Casta 7: Jardineiros, pedreiros, lavradores, pessoas que limpam calhas e piscinas, e quase todos os trabalhadores braçais;
Casta 8: Pessoas com deficiência (especialmente quando desamparadas), viciados, fugitivos, sem-tetos e bastardos .
Sempre que o Rei e a Rainha precisam casar o príncipe, eles fazem uma seleção com trinta e cinco meninas de todas as castas, é tipo um reality show, pois tudo é transmitido pela TV e a pedido de Aspen, um Seis e até então namorado da América que é uma Cinco, ela decide enviar seu formulário, mas nem imaginava que seria chamada.
Até a parte antes da parte em que América conhece o príncipe Maxon, eu estava achando tudo muito chato, porque conta muitos detalhes da vida dela em casa e seu relacionamento com a família. Quando ela é selecionada que os representantes do governo vão na casa dela explicar todo o processo também é bem chatinho. Também achei meio nada a ver o drama sobre a pergunta a respeito da virgindade de América.
Achei bem legal como são apresentadas as outras participantes e o fato de cada uma ter se inscrito por interesses diferentes, acredite, nem todas elas estão lá porque Maxon é lindo e tudo o mais e também porque a única realmente insuportável é a Celeste. Na parte em que ela se junta às outras, eu meio que fiz um filme aqui na minha mente imaginando como ela seria na vida real. Adorei a Marlee por ela ser meiga e humilde e quase morri de raiva da história do vestido no aniversário.
Quando Aspen reaparece a única coisa que eu consegui pensar foi AFF!! Sem mais a declarar sobre isso. Achei o Maxon um fofo e assim como América, no início achei que ele era só mais um filhinho de papai. No geral, é um livro muito divertido, mas você precisa de paciência até chegar na parte boa.
Não gosto muito de fazer comparações, mas ele me lembrou bastante Jogos Vorazes, principalmente por ser transmitido na televisão.
E já estou doida para ler A Elite e ver no que vai dar.
Em A Seleção, temos América que é a protagonista e é apaixonada por Aspen, ambos de um país chamado Illéa. Tudo se passa muito tempo depois de uma grande guerra que levou o país a ruínas, então a maioria das pessoas vive em situações precárias. O país se divide em castas, que são:
Casta 1: A nobreza e o Clero;
Casta 2: Celebridades, modelos, atletas profissionais, políticos, atores e oficiais;
Casta 3: A elite, educadores, filósofos, inventores, escritores, cientistas, médicos, veterinários, dentistas, arquitetos, bibliotecários, engenheiros, psicólogos, cineastas, produtores musicais, advogados;
Casta 4: Fazendeiros, joalheiros, corretores de imóveis e de seguros, chefes de cozinha, mestres de obras, proprietários e donos de restaurantes, lojas e hotéis;
Casta 5: Artistas, músicos, fotógrafos e dançarinos;
Casta 6: Secretários, serventes, governantas, costureiras, balconistas, cozinheiros, motoristas;
Casta 7: Jardineiros, pedreiros, lavradores, pessoas que limpam calhas e piscinas, e quase todos os trabalhadores braçais;
Casta 8: Pessoas com deficiência (especialmente quando desamparadas), viciados, fugitivos, sem-tetos e bastardos .
Sempre que o Rei e a Rainha precisam casar o príncipe, eles fazem uma seleção com trinta e cinco meninas de todas as castas, é tipo um reality show, pois tudo é transmitido pela TV e a pedido de Aspen, um Seis e até então namorado da América que é uma Cinco, ela decide enviar seu formulário, mas nem imaginava que seria chamada.
Até a parte antes da parte em que América conhece o príncipe Maxon, eu estava achando tudo muito chato, porque conta muitos detalhes da vida dela em casa e seu relacionamento com a família. Quando ela é selecionada que os representantes do governo vão na casa dela explicar todo o processo também é bem chatinho. Também achei meio nada a ver o drama sobre a pergunta a respeito da virgindade de América.
Achei bem legal como são apresentadas as outras participantes e o fato de cada uma ter se inscrito por interesses diferentes, acredite, nem todas elas estão lá porque Maxon é lindo e tudo o mais e também porque a única realmente insuportável é a Celeste. Na parte em que ela se junta às outras, eu meio que fiz um filme aqui na minha mente imaginando como ela seria na vida real. Adorei a Marlee por ela ser meiga e humilde e quase morri de raiva da história do vestido no aniversário.
Quando Aspen reaparece a única coisa que eu consegui pensar foi AFF!! Sem mais a declarar sobre isso. Achei o Maxon um fofo e assim como América, no início achei que ele era só mais um filhinho de papai. No geral, é um livro muito divertido, mas você precisa de paciência até chegar na parte boa.
Não gosto muito de fazer comparações, mas ele me lembrou bastante Jogos Vorazes, principalmente por ser transmitido na televisão.
E já estou doida para ler A Elite e ver no que vai dar.
segunda-feira, dezembro 08, 2014
Divergente - Veronica Roth
Tinha muito tempo que eu não me apaixonava por uma história e personagens como estou apaixonada por tudo em Divergente. Soa meio bobo, mas toda vez que eu lia Orgulho e Preconceito eu suspirava pelo Mr. Darcy; até hoje, na verdade. Quando eu vi o filme eu gostei muito da Tris e do Quatro, mas aquela história de "o livro é bem melhor" é sempre verdadeira.
O primeiro livro da saga é sobre Tris, que aos 16 anos precisa decidir seu futuro em uma das facções: Abnegação, Erudição, Audácia, Amizade ou Franqueza.
Nascida na Abnegação ela sente que não se encaixa nos padrões da própria facção e não concorda com muitas coisas que são impostas, porém durante seu teste de aptidão, algo acontece com ela que normalmente não acontece com os outros: o resultado são três facções e não apenas uma. Ela decide ir para Audácia e é ai que tudo muda. Ela começa muito ruim e vai melhorando com o passar do tempo, mas acaba descobrindo algo que vai fazê-la lutar.
Em sua nova facção, ela se torna melhor amiga da Christina, do Will e, por um tempo do Al. Eu achei uma leitura muito divertida e intrigante, porque a todo momento você se pergunta porque é perigoso ser um Divergente e confesso que achei uma explicação bem fraca, mas levando a situação toda em consideração, é realmente ruim para os líderes do Governo ter alguém pensando e agindo de forma diferente. Durante algumas páginas, a coisa toda fica um pouco monótona, mas logo em seguida vem alguma coisa para compensar.
Eu gostei muito dos personagens principais, mas senti muita raiva do Will durante algum tempo. O romance entre Tris e Quatro, ao contrário do que li em algumas resenhas, não me pareceu que foi de uma hora para outra. Se você analisar algumas coisas, é notável que a Tris gostou dele desde o início, ele pode ter levado um tempinho a mais.
Ainda estou triste por causa da grande perda da Tris e ansiosa para começar a ler Insurgente o mais rápido possível, sabe. A curiosidade para saber como as facções irão trabalhar e sobreviver a tudo o que aconteceu, também tem a vida pessoal do Quatro que para mim é um mistério sobre como vai ser e várias outras coisas.
Vale super a pena ler se você gosta de distopias.
quinta-feira, novembro 27, 2014
Sobre e-books
Desde que comecei a perceber a quantidade de livros - novos e antigos - que estão sendo publicados em versão digital, eu coloquei na minha cabeça que seria impossível me acostumar com isso e que era absurdo as pessoas trocarem o papel por uma coisa que você sequer pode sentir o cheirinho de novo. Sempre fui muito radical em relação a muitas coisas e na época em que eu estava na faculdade principalmente. Não sei bem explicar por qual motivo, acho que era aquele velho medo das mudanças.
Acontece que de uns tempos para cá eu decidi mudar muitas coisas em mim e por mais que pareça uma bobagem, para mim é algo muito importante, porque a leitura, os livros, sempre serão fundamentais na minha vida, então por que não dar uma chance à tecnologia? Talvez, você que está lendo isso agora, não considere algo tão importante, mas aqueles que têm resistência em abrir mão e aderir ao novo, vão entender o que eu digo.
Acontece que de uns tempos para cá eu decidi mudar muitas coisas em mim e por mais que pareça uma bobagem, para mim é algo muito importante, porque a leitura, os livros, sempre serão fundamentais na minha vida, então por que não dar uma chance à tecnologia? Talvez, você que está lendo isso agora, não considere algo tão importante, mas aqueles que têm resistência em abrir mão e aderir ao novo, vão entender o que eu digo.
Acho que, no fundo, eu nunca tinha conseguido decidir se amava ou odiava a tecnologia, mas sabe, não vivo sem ela. Adoro acompanhar seu avanço, ainda mais quando está a nosso favor e é por isso que agora eu tenho lido bastante no iPad. Acho que o que me impulsionou foi o fato de não ter mais espaço para nada no meu quarto e eu tenho uma lista imensa de livros que quero ler ainda esse ano. Deixo essa dica para você, não só sobre ler ebooks, mas aceitar mudanças que tornem uma pessoa melhor, mesmo que sejam coisas simples e bobas aos olhos alheios.
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