Posts in the category: NOTAS DO COTIDIANO

quinta-feira, dezembro 17, 2020

Fastio

Estou cansada. Já faz vários dias que tudo o que eu consigo pensar é no quanto estou cansada. Cansada de monotonia, da falta de vida em mim, da falta de vontade.


Eu sempre achei que chegar aos 30 anos seria tipo "a idade do sucesso". Só quem conhece Jenna Rink vai entender a referência. Mas basicamente eu imaginei que estaria na minha melhor fase, curtindo meus sobrinhos, meus animais.


Jamais passou pela minha cabeça que, a essa altura, eu estaria entediada, chateada e sem ânimo algum. Está tudo na mesma. Minha vida parou no tempo e não digo isso por causa da pandemia. Ela, a maldita pandemia, só veio para mostrar que eu realmente tenho uma vida que eu não queria ter.


Estamos tão acostumados a ler textos em que a pessoa que escreve conta que vê o lado bom das coisas, que precisamos viver cada minuto, já que a vida é curta. Tenho certeza de que você deve estar pensando "caramba, ela está mesmo escrevendo tudo isso em um blog público?".


Sim, estou. O ano está acabando e não vejo isso como o fim de um ciclo e novo recomeço. Vejo só mais dias passando, mais um ano passando. Estou inerte. Já tentei escrever minhas metas para 2021, coisas para fazer no próximo ano e tudo aquilo que você, leitor antigo do Sabe o inverno? está acostumado a ler nesse período do ano.


Eu queria. Eu queria mesmo fazer diferente. Eu queria ser independente ao ponto de não deixar fatores externos me afetarem. E quando digo isso me refiro a palavras e ações.


Queria estar em sintonia com o universo como eu estava, pelo menos, 7 anos atrás. A ideia surgia, não havia duas vezes para pensar. 


Agora eu só quero que o dia acabe a noite chegue para eu poder dormir. Estou fazendo terapia, caso você esteja se perguntando.


domingo, junho 14, 2020

Notas do cotidiano


Se a quarentena ainda não destruiu seu emocional, então EU estou vivendo errado. Sendo bem honesta com todos vocês que me leem, esse isolamento social está sendo muito mais difícil para mim do que realmente aparenta e mais do que eu pensei que seria.

Quem convive comigo diariamente, quem está realmente próximo de mim sabe que não está sendo fácil. Mas uma coisa te garanto, não passa nem perto do que eu realmente estou sentindo diante de toda essa situação.

Eu já me questionei, questionei Deus, questionei o universo e questiono todos os dias o motivo pelo qual estamos passando por tudo isso.

Questiono o porquê de as pessoas não levarem tudo isso a sério e continuarem vivendo como se nada estivesse acontecendo e pior: obrigando seus pares a viverem de forma normal.

Penso que eu esteja exagerando. Penso que talvez só eu veja gravidade em tudo isso. Talvez, apenas talvez, eu esteja em um pesadelo horrível e não consiga acordar. Talvez exista um purgatório e eu estou nele sem poder viver como antes, mas tendo que viver do mesmo jeito.

Parece que eu estou vendo um filme horrível em que eu me isolo, vejo uma catástrofe acontecendo, mas somente eu estou vendo esse filme. 

Esse "isolamento social" já acabou com toda a estrutura emocional que eu achei que tinha e que sonhei que poderia ter um dia. 

"Isolamento social", entre aspas, já que por vezes eu precisei sair de casa, várias vezes eu saí pelo simples fato de me achar idiota de ficar presa em casa enquanto as pessoas fazem churrasco.

Cada dia morrem mais pessoas e quem está vivo não liga a mínima, desde que não o afete. Eu estou completamente exausta!!

Estou exausta de não ser produtiva, exausta de não fazer uma dieta durante a pandemia, exausta de continuar fazendo o mesmo peito de frango no almoço porque eu tenho preguiça de aprender, quando na verdade eu não quero mesmo aprender a fazer outras coisas.

Estou exausta de pensar que a pandemia vai passar e eu não estou com inglês fluente, espanhol básico e alemão avançado.

É exaustivo saber que não me tornei uma atleta, pois tempo eu tive de sobra.

Tem dias que eu só queria deitar, chorar até dormir e acordar depois que tudo voltasse ao normal. Ou ao mais próximo do normal.

terça-feira, setembro 12, 2017

FOOD TRUCK NO SHOPPING SUL

Já comentei algumas vezes que aqui na região em que moro é bastante comum rolar algum tipo de festival, principalmente gastronômico. No último final de semana rolou o Food Truck no Shopping Sul, ele fica em Valparaíso, minha nova cidade. É Goiás, mas nem tanto, é praticamente DF.

Eu tinha ouvido falar bem por alto sobre evento e nem tinha intenção de ir, mas aí que depois de uma mini crise de ansiedade/estresse o Rodrigo me chamou pra dar uma volta e fomos lá. Tudo aconteceu no lado externo do shopping, que é bem grandinho. Tenho várias considerações a fazer.
Food truck, aqui em Brasília, é um em cada esquina e nem todos justificam os preços absurdos. Sempre tem algum tipo de encontro em espaços abertos por aqui e muitas vezes é desanimador justamente por serem bem caros. Mas é legal ir de vez em quando ara sair da rotina. Apesar do espaço grande que tem ali, haviam poucos carros, de comida e bebida, tinha também culinária japonesa, mas senti faltaram opções como comida vegetariana, por exemplo. 

Demos uma volta no shopping para ver se alguma coisa chamava mais a atenção, mas acabamos voltando e optamos por um crepe. Cada um custava R$15 e você podia escolher uma cortesia que era ou um crepe doce ou uma bebida. Foi um sacrifício encontrar um lugar para sentar, o lugar não estava cheio, mas eram poucas as mesas, e quando finalmente encontrei a mesa estava imunda e ninguém para limpar. Comemos também a famosa batata rústica do Geléia. Não sei se eles têm franquias fora do DF e entorno, mas se tiver, sugiro a batata. É uma delícia, temperada com páprica e alecrim.
Teve também música ao vivo e, apesar de não ficamos por muito tempo conseguimos curtir um pouco da banda, que era muito boa. O som, por incrível que pareça estava ótimo, já que é muito raro você encontrar um som bom em eventos do tipo. 

Acho muito legal que as empresas levem os eventos para todos os lugares e que tornem cada vez mais acessíveis. Também estou achando o máximo que ali no Shopping Sul estão ocorrendo diversos eventos diferentes, esse foi o primeiro que pude ir, mas sei que sempre tem alguma coisa por lá. Ainda assim, acredito que a organização deva investir em mais alguns detalhes e ofereçam mais opções ao público. Foi uma experiência boa e pretendo participar de mais festivais para contar aqui no blog e até mesmo indicar algo diferente para os brasilienses, já que nossa maior diversão aqui é comer e morrer de calor.

Apesar de tudo, mudar um pouco de ares é sempre bom, não é mesmo? E desculpem a qualidade das fotos, eu detesto fotografar à noite.

segunda-feira, julho 17, 2017

FESTIVAL DO AÇAÍ E SORVETE NO PARQUE DA CIDADE

Uma coisa que eu reparei aqui no blog é que os posts mais acessados são aqueles mais pessoais, que conto algo sobre minha vida e sobre como tudo está do lado de cá, por exemplo, esse texto. Acho bem legal, porque sei que quando preciso desabafar sempre tem um monte de gente linda com mensagens maravilhosas para mim. Pensando nisso, decidi compartilhar com vocês minha ida ao Festival do Açaí e do Sorvete que teve esse final de semana aqui em Brasília.
Aqui em Brasília tem muito essa coisa de festival, mas normalmente não me empolgo muito, já que os preços costumam ser bem altinhos. Não sei se vocês sabem, mas Brasília é toda gourmetizada. Tudo aqui, a meu ver, é bem mais caro do que qualquer coisa. Mas ainda assim fui ao festival de pizza e, agora, ao festival do sorvete e do açaí.

Eu sou muito louca por açaí e o Rodrigo por sorvete. Tínhamos comentado sobre  o evento há algum tempo, mas acabei deixando a ideia de lado. Sábado o dia foi bem puxado - para quem não sabe eu trabalho em escalada 12x36, de 11:30 às 23:30, mas é bem comum eu sair de lá depois de 00h - e minha intenção era passar o domingo fazendo vários nada. Eis que acordo com o Rodrigo me ligando e dizendo que iríamos tomar açaí, mas que não era pra eu ir de pijama, porque seria no Parque da Cidade. Se eu ri? Até agora! Já viu o quanto ele me conhece, né, amores?
O evento aconteceu no ~tão famosinho por aqui estacionamento quatro do Parque e assim que chegamos lá deu para ver que os preços estavam até bons. Sabe aquela sensação de paraíso? Foi assim que fiquei ao saber que estava rodeada por açaí, os olhos chega brilharam. Como açaí é uma coisa que enche pra caramba, nós selecionamos bem o que iríamos pedir. No primeiro estande que paramos, tinha uma placa escrito 'acompanhamentos a vontade' e que de a vontade não tinha nadinha. Enfim, o açaí era bom e ainda vinha com sorvete combinação legal.
Depois decidi que eu queria um açaí artesanal, queria bancar a hipster. Realmente era bem mais saboroso e o preço razoável. Pagamos R$15 em um pote de 500ml. Aqui onde eu moro, essa mesma quantidade de açaí ~não artesanal é em torno de R$9. Conseguimos provar várias coisas legais e acho que valeu muito a pena passar pelo festival.
Outra coisa muito legal que o festival trouxe, foi o estande de doação de pets. Eu nunca tinha visto de perto esse tipo de ação e confesso que dá uma dorzinha no coração por ver aqueles bebês tão fofos esperando um lar. Se eu pudesse teria pegado todos para mim. O que conforta é saber que mesmo que eles não tenham sido adotados eles são muito bem cuidadinhos. Torço para que a maioria ali tenha conseguido um humano para amar.
Além de muita coisa gostosa, teve, ainda, uma feirinha de artesanato, que tinha diversas coisas legais. Comprei uma brusinha fofa de unicórnio por R$20 e precisei confirmar várias vezes com a moça se era mesmo esse preço. É tão raro, né? E faz tempo que procuro peças de unicórnio e não acho, quando acho, custam um rim. Teve música ao vivo com bandas autorais da cidade, o que acho muito legal, visto que hoje em dia é bem raro ter espaço para essas coisas. 

Foi tudo muito divertido e valeu demais deixar a Netflix e minha cama um pouco de lado. Às vezes tenho essa coisa de querer apenas descansar e acabo deixando de fazer várias coisas. Ainda bem que ontem não foi assim.

segunda-feira, julho 03, 2017

ESSE É SÓ MAIS UM POST SOBRE COMO ANDAM AS COISAS

Por incrível que pareça, está tudo dentro da normalidade. A última vez que escrevi por aqui falei sobre a temporada final de Bloodline. De lá pra cá, finalizei mais algumas séries e livros e vi uns dois ou três filmes. Está tudo até calmo. Mas como nada pode ser perfeito, eu simplesmente não sei mais escrever. Não sei o que acontece e por mais que eu já tenha ficado sem ideias antes, dessa vez é diferente. Eu tenho várias ideias, apenas não consigo escrever. 
Como eu disse, finalizei alguns livros e séries e eu gostaria muito de compartilhar com vocês, mas... não sei mais escrever. Acho que estou perdendo o jeito. Sento na frente do computador e essa tela em branco me dá pânico, aí vou lá e desligo esse velho companheiro que está nas últimas.
Muita coisa vem acontecendo, apesar da calma que eu disse que está sendo. Comprei várias coisas para a casa nova, a mudança era para ter acontecido essa semana e foi adiada por não sei mais quanto tempo - aí eu canto o trecho da música TEMOS TODO TEMPO DO MUNDO, para me convencer de que isso é verdade. 
Semana passada teve a Feira do Livro de Brasília e o II Encontro de Blogueiros Literários e Jovens Escritores, foi bem mais ou menos, mas comprei vários livros legais e cadê post sobre isso? Pedrugo e Pam Gonçalves vieram e tietei eles, mas cadê vontade de escrever? Estou mesmo preocupada comigo, já que faz tempo que não me sinto animada para nadinha. A ansiedade que antes me fazia perder noites de sono, agora me dá apenas sono. Fico martelando aqui na cabeça que é uma fase e que vai passar, mas está demorando e por mais que eu tente, é mais forte do que eu. 
Sabe meu braço? Não senti melhora nenhuma mesmo depois de quase sete meses. A fisioterapia só me fez perder tardes e mais tardes, apesar de as meninas serem ótimas. Sinto uma dor horrível o tempo todo, mas fazer o quê? Já tomei todos os remédios que me recomendaram, fiz compressa, fiz repouso e acho que já se tornou psicológico, já que até o médico me disse que não tem nada. 
Sempre que compartilho alguma coisa legal tanto aqui quanto nas redes sociais, recebo um retorno lindo e isso deveria me motivar né? Você já passou ou está passando por algo pelo menos parecido? Vamos torcer para acabar logo.

segunda-feira, fevereiro 22, 2016

E SE VOCÊ TIVESSE QUE ESCOLHER UM ÚNICO LOOK PARA USAR PELO RESTO DA VIDA?

Eu não entendo nada de moda e visto aquilo que eu acho bonito e me faz sentir bem, além de preferir sempre o conforto. Li em algum blog gringo por ai o que eu faria se tivesse que escolher um único look para a vida toda. Em um mundo em que nós, principalmente mulheres, nos preocupamos tanto em não sair com roupas repetidas, é bem complicado, concordam?
Corri para vasculhar meu guarda-roupas, mas basta eu olhar para mim mesma para saber a resposta. Sem dúvida eu escolheria uma camiseta, uma calça jeans e uma sapatilha - tênis na foto, que também poderia ser. Para mim não há nada mais confortável, tanto é que 90% das minhas roupas é basicamente isso. Eu não dou muito certo com saias e vestidos, apesar de amar muito, porque não sei "sentar igual mocinha". Tenho uma necessidade imensa de movimentar minhas pernas enquanto estou sentada e isso inclui dobrar as pernas, esticá-las ou simplesmente deitar de qualquer jeito confortável - que não inclui sentar da forma comportada exigida pela sociedade.
Mas fico pensando se eu pudesse escolher dois looks. O segundo seria um pijama e um chinelo. Houve uma época na minha vida em que eu adorava variar os looks, mas a maioria deles me deixava desconfortável e sem vontade de levantar do lugar em que eu estava, a preocupação era estar linda. Hoje eu procuro sempre o mais confortável e que não me prenda e acho que todo mundo deveria fazer isso independentemente do que está na moda. 

E aí, gostaram do meu "look do dia" de todos os dias? E abafem as poses "imitando blogueira de moda" e a palhaçada da última, é porque eu não estou mais tão acostumada a ficar na frente da câmera =)

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quarta-feira, fevereiro 03, 2016

(ATÉ DAQUI A POUCO)

Escrever esse post está sendo bem difícil. Eu tenho vários posts em mente e já queria ter começado desde segunda-feira, mas não sei o que está acontecendo que de uns dias para cá eu só sinto vontade de ficar na cama. Não que eu tenha ficado, mas me sinto tão cansada, tão mole e fraca que até beber água está sendo um sacrifício.

Minhas unhas estão um desastre, meu cabelo nem tanto, já que antes de tudo isso eu tinha feito um milagre nele, meu quarto eu prefiro nem comentar. Estou com sono, muito sono e sem disposição para nada.

Hoje acordei com a gengiva inflamada não sei por quê e tomei tantos remédios diferentes que dormi o dia todo. Ando meio chateada por causa do meu desempenho na prova que fiz domingo. Estudei tanto que o blog ficou de lado, as conversas nos grupos do Facebook e Whatsapp também. Só entrava nas redes sociais de vez em quando e estava realmente focada nos estudos, mas me decepcionei comigo mesma e acho que agora estou caindo na real de que fui péssima e a tristeza está batendo forte. 

Mas esses sintomas de doença nada têm a ver com a prova. Nem sei com o quê tem a ver para falar a verdade. Só sei que gostaria de dormir mais uns cinco dias seguidos. Vou tentar escrever alguns posts para essa semana ainda e tentar me erguer, apesar de saber que será uma guerra contra meu próprio corpo. Só peço que não me abandonem como abandonei vocês.

Até daqui a pouco 

sexta-feira, janeiro 22, 2016

CADERNO DE GRATIDÃO E, AGRADEÇA SEMPRE!

Os dias finais de 2015 foram bem dolorosos para mim e em compensação me ensinaram uma lição valiosíssima. Depois da tempestade que aconteceu do lado de cá decidi fazer algumas mudanças e praticá-las diariamente se possível.

Confesso, não é algo fácil e eu sabia desde o início que estava assumindo uma responsabilidade muito grande. A responsabilidade tão grande que eu estava assumindo era a de agradecer pelas mínimas coisas todos os dias.

Temos esse costume de nos sentirmos felizes apenas com coisas grandes e acabamos nos esquecendo daquele sorrisinho de quem amamos, do carinho que nossos animais de estimação procuram em nós, daquele vento no rosto...
Estou, a cada dia, tentando encontrar no mínimo cinco coisas que me fizeram sorrir. E para isso estou contando com a ajuda do caderno de gratidão - fotos acima. Não é bem um caderno. É uma agenda dessas comuns mesmo. Achei melhor, porque assim as datas ficam certinhas. Depois de uma semana, você relê e parece que sua vida é maravilhosa. Simplesmente você não consegue lembrar se aconteceu algo ruim naquele dia. Bom, comigo tem sido assim.

Outra coisa que estou fazendo bastante é: sempre que penso que vou ficar com raiva por um motivo bobo, por exemplo, os gritos dos meus sobrinhos, eu tento ver algo bom ali e dou um jeito de sorrir. Estou tentando reclamar o mínimo possível. Sempre que uma coisa tenta me deixar triste eu penso em algum lado bom daquilo ao invés de falar mal de tudo ao meu redor. 

Ninguém é de ferro, eu sei. Mas hoje posso afirmar que a vida está mais leve. Ainda esse, ano passei por alguns momentos muito ruins e não estou totalmente curada, mas aos poucos vou praticando “o lado bom da vida” e mudando meu foco para outras coisas. Ultimamente quando fico com muita raiva faço duas coisas dependendo do horário: leio até a raiva passar ou pego o mais pesado possível na academia, já que depois disso, até pensar vai cansar. Algo que vou acrescentar ai é colocar o fone de ouvido e aumentar o volume ao máximo na música Shake it off da Taylor. Tudo isso vou registrando no caderno de gratidão e já estou pensando no final quando eu parar para reler tudo, sei que vou me sentir nas nuvens e muito mais feliz.

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